na melhor brincadeira dos filhos, o adulto brinca também?

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Há muitas propagandas de brinquedos cercados de tecnologia, tablets, mini computadores, brinquedos computadorizados, movidos a bateria, pilhas e tantos outros.

Lindos brinquedos que encantam os adultos e que dirá às crianças.

Fico pensando que alguns são brinquedos educativos e participam ativamente no desenvolvimento intelectual e motor da criança e acho super importante!

Mas observo aqueles pais que compram o brinquedo da moda, que normalmente custam uma fortuna, e largam na mão do filho e vão assistir TV, tudo OK, mas e as brincadeiras entre eles?

Nada contra, “n” motivos, mas qual a medida certa?

Onde fica a interação da criança com os pais, com o mundo externo e com as coisas mais simples da vida, como brincar em uma poça de água com a mãe ou aproveitar o vento para empinar pipa com o pai?

Meu filho tem muitos brinquedos legais, mas percebo que não demonstra tanto interesse quanto quando eu o chamo para brincar no quintal de casa ou for ao parque.

Ele logo pede para ficar descalço e pisar na grama e vai explorando cada detalhe do gramado e os habitantes que lá vivem.

Gosta da casinha e do barulho do “piu piu”, observamos o caminho das formiguinhas, enfiamos os pés na torneira e ao aguar as plantas de forma desordenada.

Dispensa os brinquedos eletrônicos que ficam lá jogados e abandonados na sala, demonstrando respeito por este espaço que não é só dele, apesar dos seus apenas um ano e seis meses de vida.

É um tempo em que interagimos muito mais do que com aquele momento solitário de um filminho no tablet, talvez necessário e que ele adora também.

Fortalecemos nossos laços afetivos e discutimos sobre as atividades em “nenenês”, rsrs.

Os parques ao ar livre, também fazer parte da minha lista de incentivo.

Desde muito pequeno ele freqüenta parques e locais que possa interagir com outras crianças, até porque ele ainda não está na escolinha.

Percebo que ele tem se tornado cada dia mais integrado socialmente e independente para muitas atividades.

Sei que ele pode crescer e de repente achar tudo banal e sem sentido e prefira ficar trancado no quarto jogando vídeo game durante horas, daí será outra fase.

Porém nesta, neste momento presente, é o que penso oferecer de melhor a ele e a mim.

E o tempo passa tão rápido, e estes momentos tão valiosos de brincadeiras e fantasias darão lugar aos compromissos e regras da vida social que “deverão” ser cumpridos…

Vamos por favor, aproveitar a vida com nossos filhos seja em que idade eles estiverem, com atividades entre pais e filhos, até simples na concepção, mas ricas em sua essência?

E nos permitir criar boas recordações destes momentos íntimos de convivência?

A melhor brincadeira, seja qual for o tipo de brinquedo, não é para os filhos e sim com os nossos filhos! E por aí, como tem sido?

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